EDIÇÃO 008 Especial - Jul. 2009

 
 
 

EDIÇÃO ESPECIAL

Visita da Escola Waldorf Rudolf Steiner ao Brasília Hostel


No mês de abril, a Escola Waldorf Rudolf Steiner promoveu uma viagem de turismo cívico-cultural à Brasília. Pelo segundo ano consecutivo, escolheram o Brasília Hostel para ser seu parceiro nesta experiência única, e já estamos ansiosos pela próxima oportunidade de colaborar com suas novas experiências – já está agendada para o ano que vem, 2010.

Fascinados com a riqueza desta visita e com todo seu potencial de intercâmbio cultural, decidimos dividir esta vivência conjunta com os leitores de nosso informativo redigindo esta edição especial. Com isso, você poderá conhecer melhor e entender um pouco as diretrizes da Pedagogia Waldorf, que baseia a Rudolf Steiner. Esperamos apresentá-la de forma tão encantadora quanto nos pareceu.

De 9 a 15 de abril, três professores acompanharam 53 de seus formandos do Ensino Médio para conhecer Brasília, estudando a arquitetura moderna brasileira por meio do trabalho artístico da leitura e da interpretação das formas e funcionalidades da Arquitetura e da vida na Capital Federal.

No decorrer do Ensino Médio, os alunos Waldorf fazem diversas viagens de aprofundamento: no 9º ano, desenvolvem a consciência ecológica; no 10º ano, a

Matemática e a Geometria. No 11º ano, faz-se uma análise filosófica e cultural da obra literária Parsifal. Finalmente, no 12º ano, estágio do aprendizado Waldorf em que nossos jovens hóspedes estão, a Monografia de fim de curso é um dos pontos altos da vida escolar: cada jovem apresenta à comunidade escolar um trabalho, fruto da pesquisa de um tema do seu interesse.

Os alunos utilizaram espaços do segundo andar do Brasília Hostel como seu ateliê temporário. Transformaram as paredes em obras de arte por si sós, cheias de desenhos a carvão e pastel, aquarelas e colagens. Era lá que, após um dia inteiro de muita atividade na Capital, com a ajuda do professor de artes, os jovens terminavam seus exercícios baseados na observação dos monumentos e espaços urbanos.

A família do Brasília Hostel, que procura sempre atender de forma especial cada hóspede, preparou uma surpresa para essa visita tão interessante. Em seus últimos dias com a gente, preparamos uma fogueira para recepcionar os alunos e professores em seu retorno ao hostel. Foi um momento inesquecível, com música, histórias e diversão que tiveram mais poder que o fogo ao esquentar o friozinho noturno da Capital. Os alunos, empolgados, ainda pediram para que o grupo de índios hospedados no albergue participasse de sua roda em volta da fogueira e compartilhassem conhecimentos.

Esta viagem de estudo e experimentação feita pelos alunos da Rudolf Steiner é um modelo que deve ser motivador de outras viagens similares. É um ótimo exemplo de como aproveitar as diferentes facetas do turismo cívico-cultural de Brasília, sua vocação turística nata.


Histórico da Pedagogia Waldorf


Em 1919, Rudolf Steiner, filósofo austríaco, cientista e artista, foi convidado a dar uma série de palestras aos trabalhadores da Waldorf-Astoria, uma fábrica de cigarros localizada em Stuttgart, na Alemanha. Steiner começou a descrever qual seria o posicionamento apropriado de uma escola em relação à vida cultural, econômica e social naquela época conturbada, ao final da Primeira Guerra Mundial. As idéias de Steiner foram acolhidas por Emil Molt, dono da fábrica, que se empenhava não apenas em proporcionar uma escola complementar aos seus operários, mas também em fundar uma escola para os filhos destes. Rudolf Steiner assumiu a concepção e direção da nova escola, dentro de uma ampla fundamentação pedagógica. Ele constituiu o primeiro colegiado de professores e trabalhou com eles, em mais de 70 palestras, seminários, conferências e assistências às salas de aula.

Em 1994, em Genebra (Suíça), todas as linhas pedagógicas foram convidadas a se apresentarem e a Pedagogia Waldorf recebeu destaque especial dos órgãos patrocinadores, graças à atuação da Associação Amigos da Arte de Educar de Rudolf Steiner, o que resultou no lançamento de um vídeo e de um encarte pela UNESCO sobre Pedagogia Waldorf.

Este encarte, editado em outubro de 1994, em inglês e espanhol, pode ser encontrado agora também em língua portuguesa, na biblioteca da Escola Waldorf Rudolf Steiner, em São Paulo.


Sobre a Pedagogia Waldorf


A Pedagogia Waldorf busca estimular o entusiasmo pelo aprendizado e um desenvolvimento saudável, além de incentivar as faculdades críticas e de julgamento que surgem com a adolescência.

Apesar de compartilharem a mesma prática educacional, cada Escola Waldorf está inserida em sua cultura local, como ocorre com a Rudolf Steiner, que atua em conformidade com as determinações da Lei de Diretrizes e Bases (LDB).

A escolha das matérias, o horário das aulas e a seleção dos temas para cada uma das disciplinas levam em conta as sugestões feitas por Steiner e as experiências acumuladas desde então. A metodologia de ensino baseia-se na seqüência rítmica das fases do processo de aprendizagem: reconhecimento, compreensão e domínio dos conteúdos.

1) vivenciar, observar, experimentar;

2) recordar, descrever, caracterizar, anotar;

3) processar, analisar, abstrair, generalizar (elaboração de teorias).

Não se deve chegar à consolidação de resultados em uma só aula. Depois da vivência (1) e da descrição (2), intercala-se uma pausa, por meio da qual o aluno pode se distanciar, também durante a noite, daquilo que assimilou. O último passo é dado apenas no dia seguinte. Dessa maneira, a Pedagogia Waldorf procura respeitar a polaridade entre sono e vigília, já que o desenvolvimento de capacidades não apenas cognitivas, mas também anímicas, pressupõe a polaridade entre aprender e esquecer, entre consciência e inconsciência, entre vigília e sono. Pelo exercício, pela união artística e prática do que foi aprendido, alcança-se o princípio da Pedagogia Waldorf: fazer com que o ser humano, em sua totalidade, participe do processo de aprendizagem.

Entre os sete e catorze anos, as crianças aprendem melhor através da aceitação e estímulo de uma autoridade. Especialmente nos primeiros anos do Ensino Fundamental, a criança está começando a expandir sua vivência fora de sua casa. Na Waldorf, o mesmo professor fica responsável por uma classe por oito anos, a classe torna-se também um tipo de ‘família’, com sua própria figura de autoridade – o professor – numa analogia aos pais. Com este tipo de semelhança, o aluno e o professor começam a se conhecer muito bem e o professor é capaz de saber, durante os anos, a melhor maneira de ajudar cada criança na sua vida escolar.

Uma das principais características da pedagogia é o embasamento na concepção de desenvolvimento do ser humano, criada pelo próprio Rudolf Steiner, que leva em conta as diferentes características das crianças e jovens, segundo sua idade aproximada. Um mesmo assunto é abordado várias vezes durante o ciclo escolar, mas nunca da mesma maneira, e sempre respeitando a capacidade de compreensão da criança.

Para atingir a formação do ser humano, a pedagogia atua no desenvolvimento físico, anímico e espiritual do aluno, incentivando o querer (agir) por meio da atividade corpórea das crianças em quase todas as aulas. O sentir é estimulado na constante abordagem artística e nas atividades artesanais específicas para cada idade. O pensar é cultivado paulatinamente, desde a imaginação incentivada por meio de contos, lendas e mitos – no início da escolaridade –, até o pensar abstrato rigorosamente científico do Ensino Médio (colegial).

Outra das características marcantes da Pedagogia Waldorf em relação a outros métodos de ensino é o fato de não se exigir ou cultivar precocemente no aluno o pensar abstrato (intelectual). O conhecimento é um instrumento poderoso e imprescindível para a formação, mas é um ‘meio’ e não um fim em si mesmo. Além disso, a Pedagogia Waldorf descarta tudo que é apenas conhecimento inútil, abstrato, enciclopédico, sem relação com a vida. Por exemplo: ela prefere, no ensino de Geografia, transmitir uma imagem viva de um país, de uma região, ou de um processo telúrico, em vez de abarrotar a memória do aluno com nomes próprios e dados que em nada contribuem para constituir uma unidade orgânica.

O jovem, cada vez mais, precisa ser articulado e capaz de se comunicar, tanto se abrindo para o que os outros têm a dizer como encontrando o caminho certo para colocar seus pensamentos no mundo. Por isso a Pedagogia Waldorf permanece revolucionária até os dias de hoje.


O Movimento Waldorf no Brasil


Hoje as Escolas Waldorf são a rede independente que mais cresce no mundo. São mais de 700 escolas. Aqui no Brasil, existem 12 escolas filiadas e várias outras em processo de filiação junto à federação das Escolas Waldorf no Brasil, além da capital paulista, há instituições em Capão Bonito, Botucatu, Bauru, Ribeirão Preto, Avaré e Poá, e nos Estados de Minas Gerais, Ceará, Santa Catarina, Mato Grosso e Rio de Janeiro.

A Pedagogia Waldorf é apontada pela UNESCO como a pedagogia capaz de responder aos desafios educacionais, principalmente nas áreas de grandes diferenças culturais.

Após a promulgação da Constituição Brasileira, em 1988, grupos de educadores e entidades ligadas à Educação começaram a organizar um projeto de lei que viesse a substituir a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) vigente àquela época.

Esta nova LDB, chamada por alguns autores de "minimalista", por conter poucas regulamentações, dá ampla liberdade às escolas de apresentarem suas Propostas Pedagógicas, além de ter incorporado alguns conceitos inovadores para a maioria das escolas, como a questão da progressão continuada do aluno e o respeito pela relação idade/série, aspectos importantes e tão familiares à Pedagogia Waldorf.

A preocupação do grupo de trabalho durante todo o processo foi a preservação da filosofia e da pedagogia antroposófica tal como foram concebidas por Rudolf Steiner. Desta forma, tornou-se possível mostrar às autoridades os aspectos peculiares e notáveis, sobretudo da Pedagogia Waldorf, e que permaneciam, na prática, restritos ao âmbito da comunidade escolar como, por exemplo, o Boletim Descritivo. Com a aprovação do Regimento Escolar, este Boletim, que privilegia a avaliação qualitativa do processo ensino-aprendizado, foi oficialmente reconhecido pelos órgãos da Secretaria da Educação.

Sobre a Escola Waldorf Rudolf Steiner


Desde que iniciou suas atividades, em fevereiro de 1956, a Escola Waldorf Rudolf Steiner passou por inúmeras transformações. Da casa que acolheu as primeiras turmas, instalada no bairro de Higienópolis, a Escola transferiu-se, em 1958, para o Alto de Boa Vista, numa área de mais de 16 mil m2, repleta de jardins e árvores, adquirindo condições para o desenvolvimento pleno de todas as atividades previstas na Pedagogia Waldorf.

Hoje, a Escola conta com 10 mil m2 de área construída, espaço bem dimensionado para atender as demandas de seus alunos. As salas de aulas, incluindo as do Jardim de Infância, foram projetadas especialmente para as atividades de cada período escolar. Laboratórios de Química, Física e Biologia, prédios de Trabalhos Manuais e de Oficinas de Arte, teatro, salas de Música, biblioteca, duas quadras de esportes – uma delas coberta -, refeitório, áreas para plantio e jardinagem fazem parte da estrutura física da Escola.

A expansão da Rudolf Steiner não se limitou à sua estrutura física. No decorrer desses anos, a Escola ampliou seu currículo, passando a contemplar a formação do aluno até o Ensino Médio. Criou também um Centro de Formação de Professores. E, em 1997, participou da sistematização de uma Proposta Educacional Waldorf, juntamente com outras escolas Waldorf, para atender as exigências da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Em quase cinco décadas de existência, a Rudolf Steiner se consolida como referência do movimento Waldorf no Brasil, cuja rápida expansão deu origem a dezenas de escolas espalhadas por todo o País. Embora reconhecida como entidade de Utilidade Pública Federal e Estadual, não tem fins lucrativos e não recebe subsídios do governo, dependendo exclusivamente da contribuição dos pais e de doações, que se destinam a cobrir os salários dos seus professores e funcionários, bem como à aquisição de material didático e custeio das despesas de manutenção geral.


A Importância da Arte no Aprendizado


Na Rudolf Steiner, almeja-se que todas as aulas sejam um preparo para a vida real. Procura-se desenvolver nos jovens as qualidades necessárias para que eles saibam lidar e principalmente florescer neste mundo de constantes e velozes mudanças, com criatividade, flexibilidade, responsabilidade e capacidade de questionamento.

Do 1º ao 8º ano, a pintura faz parte da aula principal de uma escola Waldorf, sendo uma das atribuições do professor de classe. A pintura que narra ou desenha, realizada com os “tijolinhos” ou lápis de cera e, mais tarde com lápis de cor, está presente em todas as matérias, de matemática a línguas estrangeiras. Além dela, os alunos fazem aquarela uma vez por semana. Numa primeira etapa, o currículo de artes procura introduzir as crianças no mundo das Cores e de que forma pode ser expressa. Para eles, é importante que este contato seja o mais “puro” possível, livre de interferências de um desenho figurativo para se preservar a espontaneidade da criança na vivência das cores.

A partir do 6º ano, os alunos enfrentam o desafio de descobrir a “ilusão” provocada pela tridimensionalidade. O curso de desenho tridimensional é dado pelo próprio professor de classe e o objetivo é unir a vivência das cores com a criatividade da composição. A partir do 8º ano, os alunos ampliam seus conhecimentos construindo Perspectivas com régua. O foco do currículo de artes no 9º ano é a aplicação da Perspectiva em Luz/Sombra em desenhos mais complexos, feitos à mão livre. O ensino de Luz/Sombra prossegue no 10º e 12º anos. No 11º ano, durante a vivência de Parsifal, além das intensas considerações filosóficas que envolvem os estudos dessa lenda medieval, os jovens pintam cenas da história expressando as vivências pessoais do conteúdo.

O objetivo do ensino de artes não é formar futuros artistas e sim possibilitar o desenvolvimento do Pensar pela prática contínua da concretização, em forma de desenho, pintura etc, de algo imaginado. Pensar significa estabelecer como usar os materiais e fazer combinações para ocupar um determinado espaço.


ENTREVISTAS ESPECIAIS

Entrevista com a Escola Waldorf Rudolf Steiner


Confira a interessante conversa que nós do Brasília Hostel tivemos com alguns alunos e professores da Rudolf Steiner que estiveram conosco. Suas impressões e idéias acerca de arte, Brasília, Brasília Hostel e a própria Pedagogia Waldorf.


Professora Magda Barbosa


Magda Barbosa é professora de inglês na Rudolf Steiner, é alberguista e sabe o valor de uma viagem na formação pessoal de qualquer pessoa. A pedagogia Waldorf também fortalece esta crença, nas palavras de Magda, esta experiência proporciona dois ganhos principais aos alunos envolvidos: social e educacional. O primeiro incentiva o crescimento e o amadurecimento a partir da convivência e da superação de desafios; o segundo confere um caráter marcante ao conteúdo trabalhando-o “in loco”.

Nesta visita a Brasília, feita pelo 12º ano da Rudolf Steiner, um dos objetivos, segundo a professora de inglês, é procurar trabalhar conceitos de arquitetura abordando o aspecto social e econômico do centro governamental do país e tomando consciência desse centro político.

Já tendo viajado para diversos lugares e se hospedado em muitos hostels, a alberguista aprovou o Brasília Hostel. Pediu que todos os alberguistas incentivem a criação e aperfeiçoamento das “áreas de encontro” nos albergues. Disse que é importante criar a tradição deste espaço social e interativo nos hostels, onde acontece o encontro de culturas e seu conseqüente intercâmbio.

Sobre Brasília, Magda disse reconhecer a dificuldade de se tornar interessante o turismo cívico em um país como o nosso: “como é possível? O Brasil não abraça Brasília, mas Brasília abraça todo o Brasil. Há certa rejeição por toda a corrupção de que a gente ouve falar.”


Professor Rangel Lima


Rangel Lima Garcia é um dos professores que vieram a Brasília acompanhar os alunos da Rudolf Steiner. O professor de geografia disse sempre se surpreender com a reação dos jovens, o grupo já levantou diversas questões de grande importância e dificuldade a partir da leitura e representação artística e discussão: “como Brasília está em relação a esta arte moderna? 50 anos de existência e já possui tantos problemas, como estará daqui a 400 anos?”. Eles ainda fizeram uma grande contextualização histórica, geográfica e social para entender melhor essa cidade tão importante para nosso país.

Falando da importância das viagens escolares na Rudolf Steiner, Rangel destacou a integração gerada entre o grupo e o desenvolvimento pessoal adquirido. “Ambiente e ritmo diferentes do habitual põem o adolescente em contradição. Isso o obriga a se relacionar, se envolver”. E retomou a importância do trabalho “in loco” destacado pela professora Magda, “não é apenas saber história de uma forma distante e tradicional, pode-se desenhar a catedral a partir da observação de sua imagem viva. É uma idade com muita relação estética, com o belo.”

Recomendou insistentemente a visita a Brasília, à capital de todos os brasileiros, conhecê-la. Rangel ainda pediu aos produtores de cultura que trabalhassem mais o sentido artístico da capital, criando projetos de releitura e trabalho em cima da arquitetura da cidade. Sugeriu que incluam Legião Urbana nos roteiros turísticos.


Aluna Maria Luiza Bossi


Maria Luiza Bossi Azambuja, 17 anos, é aluna da Escola Waldorf Rudolf Steiner. Vinha a Brasília dos 6 aos 9 anos todas a férias e sempre achou o Eixo Monumental muito bonito. Da mesma forma, sempre estranhou as superquadras, “em São Paulo há uma individualização, personalização em tudo, aqui há padronização. Isso foi um grande impacto!”. Maria Luiza também ficou intrigada com a grande quantidade de pichação e pouco grafite na capital e com o fato de as pessoas que vivem em Brasília não terem sotaque.

Gostou do Brasília Hostel e da nova experiência que foi se hospedar em um albergue, elogiou o atendimento e a boa vontade dos recepcionistas e funcionários em geral.

Maria Luiza disse ter percebido claramente o diferencial de levar a escola para além de seus limites estruturais: “você está focado, passa o tempo todo dentro da vivência. É diferente da aula... Além disso, numa viagem de grupo, se aprende a conviver com as diferenças e a respeitar o espaço alheio”.


Aluna Beatriz Paço


A aluna Beatriz Paço, também de 17 anos, como seus conterrâneos, estranhou o padrão brasiliense. Disse que a primeira coisa que pensou quando chegou foi “cadê as casas?”. Depois de um tempo explorando Brasília, Beatriz disse já ter se acostumado a localizar cada coisa, mas que “se morasse aqui, ficaria louca” com toda a organização da capital.

Ficou impressionada com o Brasília Hostel, não imaginava que se hospedar em um albergue pudesse ser tão confortável e divertido. E ressaltou que a visita a Brasília é uma experiência inigualável a qualquer um, principalmente para ela que aprendeu sobre a cidade a partir de seu próprio ponto de vista, traduzindo-o no papel.

 
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